Natal é tempo de...
De mais uma vez ouvir,acolher e repetir a mensagem alegre dos Anjos de Deus.É tempo de acalentar sonhos de harmonia e paz e, olhando para os “anjos aqui na Terra”,dar a nossa contribuição,para tornar este nosso espaço um pouco mais parecido com o Céu.
Feliz 2008 é o que deseja de coração a amiga de sempre,
Professora Marcia Arruda
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Educação: Prioritária ou importante???
Com o objetivo de fomentar uma reflexão acerca da importância da educação é que me disponho escrever esse artigo.
Trabalho com educação pública há quase 15 anos, e pude analisar profundamente as reais necessidades do sistema educacional. Muitos desafios foram alcançados e superados em relação ao acesso. Porém estamos muito distantes da qualidade que almejamos tanto para permanência quanto para terminalidade dos estudos, em todos os níveis do ensino.
A educação é um direito fundamental e identificado na Declaração Universal dos Direitos Humanos. Alicerce para construção da paz e do desenvolvimento sustentável é condição essencial para a redução da pobreza, para o avanço social e cultural, para a promoção dos valores democráticos e para o estabelecimento da ordem e do progresso. Estampado no centro da nossa bandeira nacional.
Minha indagação, inquietação e motivação me impulsionam a destacar que é preciso investimento qualitativo na educação pública do nosso país, no nosso Estado, no nosso Município.
Somente com a educação pública de qualidade poderemos afetar diretamente os mais variados setores da nossa sociedade. Por acreditar nessa verdade é que me disponho a contribuir para que a educação continue sendo capaz de nutrir e alimentar uma nação de esperança por dias melhores.
Compreender a educação é vê-la como propulsora da libertação social e da paz universal.
Professora Márcia Arruda
Trabalho com educação pública há quase 15 anos, e pude analisar profundamente as reais necessidades do sistema educacional. Muitos desafios foram alcançados e superados em relação ao acesso. Porém estamos muito distantes da qualidade que almejamos tanto para permanência quanto para terminalidade dos estudos, em todos os níveis do ensino.
A educação é um direito fundamental e identificado na Declaração Universal dos Direitos Humanos. Alicerce para construção da paz e do desenvolvimento sustentável é condição essencial para a redução da pobreza, para o avanço social e cultural, para a promoção dos valores democráticos e para o estabelecimento da ordem e do progresso. Estampado no centro da nossa bandeira nacional.
Minha indagação, inquietação e motivação me impulsionam a destacar que é preciso investimento qualitativo na educação pública do nosso país, no nosso Estado, no nosso Município.
Somente com a educação pública de qualidade poderemos afetar diretamente os mais variados setores da nossa sociedade. Por acreditar nessa verdade é que me disponho a contribuir para que a educação continue sendo capaz de nutrir e alimentar uma nação de esperança por dias melhores.
Compreender a educação é vê-la como propulsora da libertação social e da paz universal.
Professora Márcia Arruda
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Para refletirmos
YouTube - ECO_92 -
O mundo precisa de mim, de você, de todos nós.
Cada ação pode representar um novo recomeço. Começe agora.
O mundo precisa de mim, de você, de todos nós.
Cada ação pode representar um novo recomeço. Começe agora.
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Acróstico
Acróstico
Marcia Arruda Coordenadora Pedagógica da Prefeitura do Rio
Ainda menina, lecionar era sua brincadeira preferida.
Riscava no chão as primeiras palavras rumo a sua alfabetização.
Contava histórias, cantava canções e encantava os corações.
Incrível perceber sua notória vontade de vencer.
Assim ela cresceu e sua liderança logo resplandeceu.
Admirável pela sua criatividade, determinação e conhecimento,
Rapidamente se deu seu desenvolvimento.
Retornando a Escola Pública, onde tudo floresceu,
Uma professora que resgata tudo que da escola recebeu.
Desafio, ousadia, competência, humanismo e solidariedade.
A faz uma MULHER de verdade.
Marcia Arruda Coordenadora Pedagógica da Prefeitura do Rio
Ainda menina, lecionar era sua brincadeira preferida.
Riscava no chão as primeiras palavras rumo a sua alfabetização.
Contava histórias, cantava canções e encantava os corações.
Incrível perceber sua notória vontade de vencer.
Assim ela cresceu e sua liderança logo resplandeceu.
Admirável pela sua criatividade, determinação e conhecimento,
Rapidamente se deu seu desenvolvimento.
Retornando a Escola Pública, onde tudo floresceu,
Uma professora que resgata tudo que da escola recebeu.
Desafio, ousadia, competência, humanismo e solidariedade.
A faz uma MULHER de verdade.
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
O poder da Educação
É muito comum durante as campanhas eleitorais ouvirmos a Expressão: Educação é a solução. Todos os candidatos citam a educação como fundamental e prioritária. Toda plataforma estabelece singular importância para essa área da sociedade.
Essa questão tem me afetado diretamente e me incomodado, na medida em que pouco se conhece das reais necessidades educacionais no nosso país. Consequentemente, nenhum investimento qualitativo tem de fato ocorrido nesses últimos anos.
Como educadora e estudiosa da realidade política educacional brasileira, sinto-me a vontade, para de fato, fomentar uma reflexão a cerca do real poder da educação e da necessidade de construímos políticas públicas, com a qualidade que sempre almejamos.
Por que a educação é tão importante e essencial? Por que ela é fundamental nos discursos políticos? Por que atribuem tanto valor a educação das classes populares? Esses e outros questionamentos precisam sair do âmbito dialógico e ideológico. Precisam ser constituído na prática com ações significativas e eficazes.
Somente quem vive essa complexa e contraditória realidade, entre o desejo político e o fazer inovador, sabe que a educação tem poder imensurável. Capaz de aferir diretamente todos os setores da nossa sociedade. Ela contribui diretamente à saúde, a segurança, as questões ambientais, culturais e sociais.
Acorda Brasil! A educação precisa de fato ser assumida para o resgate da democracia popular e na construção da verdadeira cidadania. E isso só se constitui atribuindo valor e investimento necessário aos profissionais e projetos educacionais.
Essa questão tem me afetado diretamente e me incomodado, na medida em que pouco se conhece das reais necessidades educacionais no nosso país. Consequentemente, nenhum investimento qualitativo tem de fato ocorrido nesses últimos anos.
Como educadora e estudiosa da realidade política educacional brasileira, sinto-me a vontade, para de fato, fomentar uma reflexão a cerca do real poder da educação e da necessidade de construímos políticas públicas, com a qualidade que sempre almejamos.
Por que a educação é tão importante e essencial? Por que ela é fundamental nos discursos políticos? Por que atribuem tanto valor a educação das classes populares? Esses e outros questionamentos precisam sair do âmbito dialógico e ideológico. Precisam ser constituído na prática com ações significativas e eficazes.
Somente quem vive essa complexa e contraditória realidade, entre o desejo político e o fazer inovador, sabe que a educação tem poder imensurável. Capaz de aferir diretamente todos os setores da nossa sociedade. Ela contribui diretamente à saúde, a segurança, as questões ambientais, culturais e sociais.
Acorda Brasil! A educação precisa de fato ser assumida para o resgate da democracia popular e na construção da verdadeira cidadania. E isso só se constitui atribuindo valor e investimento necessário aos profissionais e projetos educacionais.
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Na ABL, homenageados de norte a sul do país
A IMPORTANCIA DO LIVRO NO BRASIL NO SÉCULO XXI
Ele insiste. Ele resiste.
Ainda que a mídia esteja apelando para que cada vez mais o nosso limite de concentração seja menor. O livro insiste. O livro resiste.
Mesmo que toda tecnologia esteja ao nosso alcance, ao nosso redor, proporcionando, seduzindo o leitor com efeitos modernos e extremamente essenciais. O livro insiste. O livro resiste.
A era digital invadiu nossos lares, nossos espaços, nossa vida. Reduzindo as distâncias e a velocidade das informações e principalmente contribuindo para a praticidade nas ações do cotidiano.
Seria leviano não reconhecer tal importância. E essa foi uma grandiosa evolução. Mas nada, nunca substituirá o prazer, o significado, o acesso do poder do livro em nossas mãos.
Ele resiste. Ele insiste.
Resiste ao tempo, resiste ao avanço científico e tecnológico, resiste ao imediatismo, resiste ao modernismo e insiste em seduzir, encantar, envolver, marcar, registrar e nos fazer sonhar.
O LIVRO. Só o livro é capaz de aproximar tanto o leitor do autor, o aprendizado do aprendiz, a memória da história. Transformando todas as informações em conhecimento.
Somente o livro, ainda no Século XXI, consegue fazer com que todos nós, crianças, jovens, adultos, e idosos possamos estar “conectados” diretamente com as idéias do autor, fazendo um “link” com o imaginário, “plugando” nossos sentimentos e “deletando” a insensibilidade. Aproximando sem “servidor” mas a serviço da comunicação.
Com muitas ou poucas “gigas” de palavras, o livro nos transporta, nos liberta, nos relata, nos resgata, as idéias, as histórias, a memória.
O poder mágico do livro e a capacidade de interagir, mesmo que não estejamos em “rede”. E não é preciso mesmo estar. Podemos estar a sós, na intimidade com o autor.
O livro insiste. O livro resiste.
Com o livro em nossas mãos, o “hiper-texto”, o “texto” e o contexto, se fundem, proporcionando uma perfeita e completa “conexão”.
O livro ainda insiste. O livro ainda resiste.
E enquanto houver o livro, nenhum “programa” criado, terá a capacidade e o poder de destruí-lo.
Não haverá “vírus” que impeça o desejo de ler. Não haverá “vírus” que seja capaz de invadir o direito de se encantar com o melhor companheiro do homem durante todos os séculos.
Basta que ele insista. Basta que ele resista.
Márcia Arruda Bastos
Ele insiste. Ele resiste.
Ainda que a mídia esteja apelando para que cada vez mais o nosso limite de concentração seja menor. O livro insiste. O livro resiste.
Mesmo que toda tecnologia esteja ao nosso alcance, ao nosso redor, proporcionando, seduzindo o leitor com efeitos modernos e extremamente essenciais. O livro insiste. O livro resiste.
A era digital invadiu nossos lares, nossos espaços, nossa vida. Reduzindo as distâncias e a velocidade das informações e principalmente contribuindo para a praticidade nas ações do cotidiano.
Seria leviano não reconhecer tal importância. E essa foi uma grandiosa evolução. Mas nada, nunca substituirá o prazer, o significado, o acesso do poder do livro em nossas mãos.
Ele resiste. Ele insiste.
Resiste ao tempo, resiste ao avanço científico e tecnológico, resiste ao imediatismo, resiste ao modernismo e insiste em seduzir, encantar, envolver, marcar, registrar e nos fazer sonhar.
O LIVRO. Só o livro é capaz de aproximar tanto o leitor do autor, o aprendizado do aprendiz, a memória da história. Transformando todas as informações em conhecimento.
Somente o livro, ainda no Século XXI, consegue fazer com que todos nós, crianças, jovens, adultos, e idosos possamos estar “conectados” diretamente com as idéias do autor, fazendo um “link” com o imaginário, “plugando” nossos sentimentos e “deletando” a insensibilidade. Aproximando sem “servidor” mas a serviço da comunicação.
Com muitas ou poucas “gigas” de palavras, o livro nos transporta, nos liberta, nos relata, nos resgata, as idéias, as histórias, a memória.
O poder mágico do livro e a capacidade de interagir, mesmo que não estejamos em “rede”. E não é preciso mesmo estar. Podemos estar a sós, na intimidade com o autor.
O livro insiste. O livro resiste.
Com o livro em nossas mãos, o “hiper-texto”, o “texto” e o contexto, se fundem, proporcionando uma perfeita e completa “conexão”.
O livro ainda insiste. O livro ainda resiste.
E enquanto houver o livro, nenhum “programa” criado, terá a capacidade e o poder de destruí-lo.
Não haverá “vírus” que impeça o desejo de ler. Não haverá “vírus” que seja capaz de invadir o direito de se encantar com o melhor companheiro do homem durante todos os séculos.
Basta que ele insista. Basta que ele resista.
Márcia Arruda Bastos
Assinar:
Postagens (Atom)